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terça-feira, 29 de novembro de 2011

Veja lista dos estados com maior incidência de Aids em 2010

O Rio Grande do Sul é o estado com maior incidência de Aids no país, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (28) pelo Ministério da Saúde - veja lista de estados no quadro. A taxa de incidência de casos da doença é de 37,6 para cada 100 mil habitantes.


Estados com maior incidência de Aids





UF Casos* | UF Casos*
Rio Grande do Sul 37,6 | Distrito Federal 15,8
Roraima 35,7 | Maranhão 14,1
Amazonas 30,9 | Goiás 14
Santa Catarina 30,2 | Bahia 12
Rio de Janeiro 28,2 | Minas Gerais 12
Espírito Santo 20,4 | Sergipe 11,9
Pará 19,5 | Ceará 11,1
Paraná 19 | Piauí 11
Mato Grosso do Sul 17,9 | Rio Grande do Norte 10,6
Mato Grosso 17,4 | Alagoas 10,6
Amapá 17,2 | Paraíba 10,5
Pernambuco 17 | Tocantins 9,5
Rondônia 16,6 | Acre 7,2
São Paulo 15,9







* Casos por 100 mil habitantes

O segundo estado que, porporcionalmente a sua população, tem mais registros é Roraima, com 35,7 casos por 100 mil habitantes.

Em terceiro lugar no ranking está Amazonas, com índice de 30,9 por 100 mil, seguido por Santa Catarina (30,2) e Rio de Janeiro (28,2).

Na outra ponta da lista, está o Acre, com 7,2 casos para cada 100 mil habitantes.

Municípios do Sul
Os municípios da região Sul dominam a lista das 14 cidades com mais de 50 mil habitantes que, proporcionalmente, possuem mais casos de Aids.

Em primeiro na lista, está Porto Alegre, com taxa de incidência de 99,8 casos por 100 mil habitantes.

Também localizado no Rio Grande do Sul, Alvorada é a segunda cidade com mais registros de Aids, 81,8 por 100 mil habitantes. Em terceiro no ranking está Balneário de Camboriú (SC), seguido por Uruguaiana (RS) e Sapucaia do Sul (RS).

Regiões
O Sul tem, proporcionalmente, a maior incidência da doença quando comparado às demais regiões do país, apresentando, em 2010, indíce de 28,8 casos por 100 mil habitantes.

Em segundo na lista, está o Norte (20,6), seguido por Sudeste (17,6), Centro Oeste (15,7) e Nordeste (12,6).

Os casos de óbito também são mais numerosos no Sul, onde o coeficiente registrado em 2010 foi de 9 mortos pela doença para cada 100 mil habitantes. O Norte aparece em segundo em mortalidade (6,5 para cada 100 mil).

A região com menos mortos por Aids é o Nordeste. Segundo o Ministério da Saúde, os dados de mortalidade no Sul revelam que a doença tem sido diagnosticada tardiamente na região.

Redução de casos
Os novos casos de Aids e óbitos pela doença sofreram pequena queda em 2010, quando comparados a 2009, segundo dados divulgados nesta segunda pelo Ministério da Saúde.

Foram registrados no país 34,2 mil novos casos de Aids no ano passado, contra 35,9 mil em 2009. De 1980 a junho de 2011, 608.230 pessoas foram infectadas no país. A taxa de incidência da doença passou de 18,8 por 100 mil habitantes em 2009 para 17,9 em 2010.

No ano passado, 11,9 mil pessoas morreram em decorrência da Aids, enquanto em 2009 foram registradas 12 mil mortes. Apesar da leve redução, o coeficiente de mortalidade se manteve igual - 6,3 por 100 mil habitantes.

"Estamos vendo uma tendência de diminuição do número de casos ao longo dos anos, as pessoas estão vivendo mais e melhor com a doença", afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.


Faça o download do Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde

Fonte: G1
Fonte dos dados: Ministério da Saúde
Enviado por: Rafaela Queiroz

Aumento do vírus HIV cresce entre jovens gays em 2011

De acordo com um relatório divulgado nesta segunda-feira (28) pelo Ministério da Saúde, o vírus HIV aumentou entre jovens homossexuais de 15 a 24 anos.

Em 1990, a Aids correspondia a 25,2% dos homens infectados nesta faixa etária. Agora, em 2011, o número aumentou para quase o dobro, chegando em 46,4% de infectados.

Devido a esses dados, a campanha de 2011 em combate ao Dia Mundial de Luta contra a Aids, que acontece no dia 1º de dezembro, será focada em jovens gays.

"Estamos buscando entender os aspectos de vulnerabilidade dos jovens gays, e quando falamos neles, também temos que falar dos (sic) travestis. Temos uma preocupação específica com isso, com entender a vulnerabilidade desse setor. Achamos que para esse público não falta conhecimento: 95% deles sabem que a melhor forma de prevenir a Aids HIV é a camisinha", afirmou Alexandre Padilha, ministro da saúde.

Mulheres entre 13 e 19 anos também terão destaque nesta campanha. Segundo relatório, essa faixa de idade é a única em que há mais mulheres infectadas pelo HIV do que homens. Geralmente, meninas dessa idade acabam cedendo à pressão do parceiro em fazer sexo sem camisinha.


Fonte: A Capa
Enviado por: Ewerton Souza

Região Sul tem a maior taxa de incidência de HIV do País

A Região Sul do País apresentou, em 2010, a maior taxa de incidência do vírus causador da aids em todo o Brasil, segundo dados divulgados hoje pelo Ministério da Saúde. Foram registrados 28,8 casos em cada 100 mil habitantes da região. Dos 15 municípios com maior taxa de incidência, 14 estão situados em algum dos três Estados do Sul brasileiro. A Região Norte fica em segundo lugar, com 20,6 casos a cada 100 mil. O Sudeste registrou 17,6 casos; o Centro-Oeste, 15,7 casos; e o Nordeste, 12,6 casos por 100 mil habitantes.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, atribui o aumento da incidência na Região Sul a fatores antigos. "Essas pessoas diagnosticadas hoje podem ter sido infectadas há oito, dez anos. Eles podem ter se infectado pelo compartilhamento de agulhas, por exemplo, já que o Sul do País era campeão no uso de drogas injetáveis", disse. Para reduzir a incidência, principalmente nos pequenos municípios brasileiros, o governo federal promete ampliar o acesso a kits de diagnóstico precoce e reforçar as ações de combate à doença nas cidades menores, com ações de mídia específicas para esse público.

De acordo com a série histórica, desde 1980 (quando o primeiro caso de pessoa infectada por HIV foi registrado no Brasil) até hoje, a Região Sudeste concentra 56,4% dos casos (343 mil) de um total de 608,2 mil, acumulado nos últimos 21 anos. O Sul está em segundo lugar, com 20,2% dos casos (123 mil). Em terceiro, vem a Região Nordeste, com 78,7 mil registros, ou (12,9%), seguido do Centro-Oeste, com 35,1 mil casos (5,8%), e do Norte, com 28,2 mil (4,6%).

Diminuição do número de mortes
Houve uma diminuição do número de óbitos causados pelo vírus da aids no Brasil. Em 2009, 12.097 pessoas morreram por conta de doenças decorrentes do HIV, contra 11.965 em 2010. Desde 1980 até 2011, 241,5 mil pessoas já morreram por causa da aids - de um universo de 608,2 mil infectados desde então.

O coeficiente de mortalidade, no entanto, permanece estável em 6,3 mortes a cada 100 mil habitantes. O número de novos casos registrados em 2010 também caiu na comparação com o ano anterior: em 2009, 35,9 mil novas pessoas foram infectadas pelo HIV, contra 34,2 mil em 2010.


Fonte: Terra
Por: Luciana Cobucci
De: Brasília
Enviado por: João Geraldo Netto

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Aids em adolescentes preocupa agentes de saúde no Paraná

Uma geração que cresceu vendo a distribuição de preservativos em grandes eventos e unidades básicas de saúde parece ainda não entender a gravidade de doenças sexualmente transmissíveis como a Aids. O número de adolescentes - entre 15 e 19 anos - com a doença tem chamado a atenção da Secretaria Estadual de Saúde (Sesa). Dados do órgão mostram que nos últimos quatro anos houve um aumento significativo no número de casos envolvendo essa população.

De acordo com a coordenadora estadual de DST/Aids da Sesa, Kátia Adriana Moreira, desde 2007 o Paraná registrou 94 novos casos de adolescentes com a doença, sendo 35 meninos e 59 meninas. Outro dado alarmante é a quantidade de gestantes (de idades variadas) infectadas: só este ano já foram notificados 302 novos casos.

Para agentes da saúde que lidam diretamente com as pessoas infectadas, a banalização do sexo é um dos principais fatores para o aumento dos casos, além da subestimação da doença.


Fonte: Folha Web
Enviado por: João Geraldo Netto

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Relatório da Unaids mostra que 34 milhões de pessoas vivem com o vírus HIV

Um relatório do programa das Nações Unidas para a Aids mostrou que, no fim de 2010, 34 milhões de pessoas possuíam o vírus HIV. O número de mortes relacionadas à doença caiu para 1,8 milhão.


Fonte: Globo.com
Enviado por: João Geraldo Netto

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Carlos Alberto Di Franco, doutor em comunicação, afirma que a desestruturação familiar contribui para expansão da aids entre jovens da Europa

Em artigo para o jornal O Estado de S. Paulo, Carlos Alberto Di Franco, doutor em Comunicação, professor de Ética e diretor do Master em Jornalismo, afirma que a "desestruturação familiar e da crise da autoridade estão apresentando consequências dramáticas nos jovens europeus". Ele cita como reflexo disso o aumento de aids, violência e do uso de drogas no continente. 




Leia a seguir na íntegra:

Juventude sequestrada
O crescimento dos casos de aids, o aumento da violência e a escalada das drogas castigam a juventude na velha Europa. A crise econômica, dramática e visível a olho nu, exacerba o clima de desesperança. Para muitos jovens os anos da adolescência serão os mais perigosos da vida deles. Desemprego, gravidez precoce, aborto, doenças sexualmente transmissíveis, aids e drogas compõem a trágica equação que ameaça destruir o sonho juvenil e escancarar as portas para uma explosão de violência.

A juventude não foi preparada para a adversidade. E a delinquência é, frequentemente, a manifestação visível da frustração. A situação é reflexo de uma cachoeira de equívocos e de uma montanha de omissões. O novo perfil da delinquência é o resultado acabado da crise da família, da educação permissiva e do bombardeio de setores do mundo do entretenimento que se empenham em apagar qualquer vestígio de valores. Tudo isso, obviamente, agravado e exacerbado pela crise econômica e pela ausência de expectativas. Os pais da geração transgressora têm grande parte da culpa. Choram os desvios que cresceram no terreno fertilizado pela omissão.

O delito não é apenas reflexo da falência da autoridade familiar. É, muitas vezes, um grito de revolta e carência. A pobreza material agride o corpo, mas a falta de amor castiga a alma. Os adolescentes necessitam de pais morais, e não de pais materiais. Reféns da cultura da autorrealização, alguns pais não suportam ser incomodados pelas necessidades dos filhos. O vazio afetivo - imaginam, na insanidade do seu egoísmo - pode ser preenchido com carros, boas mesadas e um celular para casos de emergência. Acuados pela desenvoltura antissocial dos seus filhos, recorrem ao salva-vidas da psicoterapia. E é aí que a coisa pode complicar. Como dizia Otto Lara Rezende, com ironia e certa dose de injusta generalização, "a psicanálise é a maneira mais rápida e objetiva de ensinar a odiar o pai, a mãe e os melhores amigos".

Na verdade, a demissão do exercício da paternidade está na raiz do problema. Se a crescente falange de adolescentes criminosos deixa algo claro, é o fato de que cada vez mais pais não conhecem os próprios filhos. Não é difícil imaginar em que ambiente afetivo se desenvolvem os integrantes das gangues juvenis. As análises dos especialistas em políticas públicas esgrimem inúmeros argumentos politicamente corretos.

Fala-se de tudo, menos da crise da família. Mas o nó está aí. Se não tivermos a firmeza de desatá-lo, assistiremos, acovardados e paralisados, a uma espiral de violência sem precedentes. É uma questão de tempo. Infelizmente. Certas teorias no campo da educação, cultivadas em escolas que fizeram uma opção preferencial pela permissividade, também estão apresentando um amargo resultado. Uma legião de desajustados, que cresceu à sombra do dogma da educação não traumatizante, está mostrando a sua face criminosa. Ao traçar o perfil de alguns desvios da sociedade norte-americana, o sociólogo Christopher Lasch - autor do livro A Rebelião das Elites - sublinha as dramáticas consequências que estão ocultas sob a aparência da tolerância: "Gastamos a maior parte da nossa energia no combate à vergonha e à culpa, pretendendo que as pessoas se sentissem bem consigo mesmas". O saldo é uma geração desorientada e vazia. A despersonalização da culpa e a certeza da impunidade têm gerado uma onda de superpredadores. O inchaço do ego e o emagrecimento da solidariedade estão na origem de inúmeras patologias.

A forja do caráter, compatível com o clima de verdadeira liberdade, começa a ganhar contornos de solução válida. Pena que tenhamos de pagar um preço tão alto para redescobrir o óbvio. O pragmatismo e a irresponsabilidade de alguns setores do mundo do entretenimento estão na outra ponta do problema. A era do mundo do espetáculo, rigorosamente medida pelas oscilações do Ibope, tem na violência uma de suas alavancas. A transgressão passou a ser a diversão mais rotineira de todas.

A valorização do sucesso sem limites éticos, a apresentação de desvios comportamentais num clima de normalidade e a consagração da impunidade têm colaborado para o aparecimento de mauricinhos do crime. Apoiados numa manipulação do conceito de liberdade artística e de expressão, alguns programas de TV crescem à sombra da exploração das paixões humanas. Ao subestimar a influência perniciosa da violência ficcional, levam adolescentes ao delírio em shows de auditório que promovem uma grotesca sucessão de quadros desumanizadores e humilhantes. A guerra pela conquista de mercados passa por cima de quaisquer balizas éticas.

Nos Estados Unidos, por exemplo, o marketing do entretenimento com conteúdo violento está apontando as baterias na direção do público infantil. A onipresença de uma televisão pouco responsável e a transformação da internet num descontrolado espaço para a manifestação de atividades criminosas (a pedofilia, o racismo e a oferta de drogas, frequentemente presentes na clandestinidade de alguns sites, desconhecem fronteiras, ironizam legislações e ameaçam o Estado Democrático de Direito) estão na origem de inúmeros comportamentos patológicos. É preciso ir às causas profundas da delinquência. Ou encaramos tudo isso com coragem ou seremos tragados por uma onda de violência jamais vista. O resultado final da pedagogia da concessão, da desestruturação familiar e da crise da autoridade está apresentando consequências dramáticas na Europa.

Escarmentemos em cabeça alheia. Chegou para todos a hora de falar claro. É preciso pôr o dedo na chaga e identificar a relação que existe entre o medo de punir e os seus efeitos antissociais.


Fonte: Agência de Notícias da Aids
Enviado por: João Geraldo Netto

HIV avança entre crianças nas regiões Norte e Nordeste

Enquanto a transmissão vertical (mãe -> bebê) do HIV vem caindo no Brasil, a tendência é de alta nas regiões Norte e Nordeste, segundo dados reunidos pelo Ministério da Saúde.

A taxa nacional de incidência da AIDS em menores de cinco anos passou de 5,4 casos por 100 mil habitantes em 2000 para 3 em 100 mil em 2009. Nesse período, a taxa passou de 1,9 para 4 em 100 mil no Norte e de 1,4 para 2,3 por 100 mil no Nordeste.

A incidência do HIV entre crianças de até 5 anos é usada pelo governo como espelho da chamada transmissão vertical, principal causa de infecção nessa faixa etária. Esse tipo de contaminação pode ser evitado, com tratamento médico.

Os dados são preocupantes, diz Jarbas Barbosa, secretário de vigilância em saúde do ministério.

"Temos de dar um desconto porque melhoramos a detecção [do HIV], mas não há a tendência de redução que percebemos nos outros lugares. Em um país que oferece acesso universal ao antirretroviral, a gente espera a redução", afirma.

O Sul segue a tendência de queda, mas manteve a maior taxa de incidência em menores de 5 anos - de 9,4 em 2000 para 5,8 em 2009.

A feminilização da AIDS, pré-natal malfeito e falta da teste de HIV em gestantes podem explicar o maior registro da transmissão vertical do HIV nessas duas regiões.

A meta do ministério é realizar o teste do HIV em 100% das grávidas em 2012 - a universalização consta do programa Rede Cegonha. Pretende-se usar o teste rápido, que detecta o vírus em minutos.

Os dados que apontam a disparidade regional da transmissão da AIDS serão divulgados hoje pelo "Saúde Brasil 2010", estudo anual do Ministério da Saúde.

O documento mostra outra doença com grande variação regional: a HANSENÍASE. A incidência da doença em 2010 foi de 1,56 por 10 mil habitantes. No Maranhão e em Mato Grosso, a taxa foi de 9,9 e 5 por 10 mil, respectivamente.


Fonte: Folha de S. Paulo
Por: Johanna Nublat
De: Brasília
Enviado por: João Geraldo Netto

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Sexo sem camisinha está mais frequente entre os jovens, mostra pesquisa

O número de jovens que mantiveram relações sexuais sem o uso de preservativo no Ocidente teve uma forte alta nos últimos dois anos, aponta uma pesquisa da Fundação Parenthood divulgada nesta segunda-feira. O dado preocupa profissionais da área de saúde.

O estudo mostra um aumento do sexo desprotegido principalmente entre adolescentes dos Estados Unidos e da Europa. Entre os americanos, a porcentagem subiu de 38% em 2009 para 53%, enquanto a França registrou um aumento de 19% para 40%.

A pesquisa, realizada por ocasião do Dia Mundial da Contracepção, também aponta a Tailândia como um foco de preocupação, uma vez que 62% dos jovens tailandeses fizeram sexo sem proteção com um novo parceiro. A porcentagem também foi superior a 50% na China, Coreia do Sul, Noruega e Estônia.

O estudo destaca que, em Europa, região Ásia-Pacífico, América Latina e Estados Unidos, o principal motivo para a ausência do preservativo foi não tê-lo disponível no momento da relação sexual.

"Os resultados mostram que muitos jovens têm pouco conhecimento sobre uma vida sexual saudável, têm receio de exigir o uso de preservativo, ou não desenvolveram a habilidade de negociar o uso da camisinha com o parceiro", assinala Jennifer Woodside, da Federação Internacional de Planejamento Familiar.

A pesquisa, patrocinada pela gigante farmacêutica alemã Bayer, ouviu 5.426 jovens de 15 a 30 anos em 26 países, entre abril e maio.


Fonte: AFP (via Forum ONG Aids - RJ)
De: Londres
Enviado por: Rafaela Queiroz

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Número de jovens com AIDS aumenta nos últimos cinco anos

A pressa de querer viver tudo de uma vez só. Isso pode explicar o aumento dos casos de AIDS entre jovens de 13 a 24 anos, de 2006 pra cá. Atualmente eles somam mais de 66 mil infectados no Brasil.

O infectologista, Davi Uip, diz que três palavras estão diretamente ligadas a esse novo retrato: álcool, drogas e sexo. Segundo ele, os jovens quando estão sob o efeito das drogas ou do álcool, acabam não lembrando de usar preservativos na hora do sexo e podem se contaminar.
.


Fonte: SBT - Jornalismo
Enviado por: João Geraldo Netto

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Infectologista explica porque a Aids cresce entre os idosos

Estima-se que 35 mil brasileiros sejam infectados pelo vírus HIV por ano. Em todo o mundo, 7 mil pessoas descobrem que têm o vírus por dia, destes mil são crianças. Mas, nos últimos anos, a população mais atingida pela Aids tem sido a de idosos.

Segundo os médicos, o uso de remédios para disfunção erétil aumentou a vida sexual dos idosos, mas também os deixou mais suscetíveis a serem infectados. Soma-se a isso a dificuldade ou falta de costume de usar a camisinha.

De acordo com David Uip, diretor do Instituto de Infectologia do Hospital Emílio Ribas, em São Paulo, nos últimos 8 anos, o número de pessoas com mais de 60 anos infectadas pelo vírus HIV mais do que dobrou.

Veja a entrevista completa com o médico no vídeo abaixo.




Fonte: R7
Enviado por: João Geraldo Netto

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Cerca de 590 mil pessoas são portadoras de HIV em todo país

Na Região Norte, no período de 1999 e 2009, a quantidade de pessoas infectadas pelo vírus aumentou: passou de cerca de sete casos por 100 mil habitantes para 20 casos. No Alto Solimões, formado por nove municípios, no Amazonas, os casos de DTS e AIDS tem crescido acima da média nacional.



Fonte: Clipping do Ministério da Saúde
Enviado por: João Geraldo Netto

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Héteros representam 68% dos casos de HIV

Maioria dos pacientes do Emílio Ribas, em São Paulo, têm entre 30 e 40 anos. Procura por teste para detectar doença cresceu 36%.
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David Uip destaca avanços da medicina
na luta contra a Aids
Quase dois terços dos pacientes com HIV tratados pelo hospital Emílio Ribas afirmam ser heterossexuais, segundo pesquisa divulgada ontem pela Secretaria de Estado da Saúde.

O levantamento traçou um perfil dos pacientes do hospital. De acordo com o estudo, cerca de 80% das pessoas que passam pela unidade em busca de atendimento têm Aids.

A maior parte dos pacientes tem entre 30 e 40 anos. O número de idosos portadores de HIV, porém, está crescendo. Em cinco anos, o número de contaminados com mais de 50 anos aumentou 60%.

Grande parte dos pacientes não concluiu o ensino fundamental. Entre os entrevistados, apenas 0,9% tem ensino superior.

Segundo levantamento da secretaria, o número de testes gratuitos de HIV realizados no Centro de Referência em DST/Aids aumentou 36% no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado.

Foram feitos 3.407 testes entre janeiro e junho de 2011, ante 2.503 em 2010. O número de resultados positivos em relação aos testes realizados diminuiu. Foram 4,8% este ano, ante 6,6% no ano passado.

Segundo o diretor do Emílio Ribas, David Uip, houve muitos avanços na medicina no que diz respeito ao tratamento da Aids desde a década de 80. "Mas não adianta a medicina evoluir se toda a população não estiver consciente dos riscos da doença e de como preveni-la", afirma ele.


Fonte: Band
Por: Metro
Contato: noticias@band.com.br
Foto: Antonio Cruz/ABr
Enviado por: João Geraldo Netto